
Às vezes, a melhor maneira de parar os incêndios florestais é combatê-los justamente com fogo. Para isso, desde há várias décadas a esta parte várias foram as situações em que recorremos ao fogo de supressão para efectuar combate a frentes de incêndios de pequenas e grandes dimensões.
Nos EUA, desde os anos 70, os gestores de incêndio têm usado o fogo controlado para queimar combustível inflamável e seco antes que ele possa vir a ser uma maior dor de cabeça para os Bombeiros, com o início de incêndios nestas vegetações.
Determinar quando e como definir uma estratégia de fogo controlado é uma ciência complicada, “muitas das áreas de pastagem têm lotes de área que tem que ser queimado por um prazo determinado. Não podemos simplesmente fazê-lo em qualquer dia do ano”, diz o smoke jumper Brandyn Harvey, que trabalhou vários anos numa equipa especializada neste tipo de actividade em todo o oeste dos Estados Unidos.
Como forma a acelerar o processo de queima, e para que a velocidade de colocação de fogo controlado seja o mais rápido possível montaram basicamente um pinga-lume numa moto4 assim, assume Harvey, “Quando tem que cobrir um lote de terreno num curto espaço de tempo, o pinga-lume avança com grande poder na estratégia definida, caso contrário, tínhamos de andar por aí a correr como uns loucos”, sujeitos a lesões na progressão em terrenos irregulares.
Harvey assume que os pinga-lume montados nas moto4 contém cerca de 75 litros de combustível tornando-se em mais uma vantagem significativa sobre os recipientes de 2 litros usados manualmente.
Fonte da fotografia: Brandyn Harvey / Boise Smokejumpers
