
O incêndio que deflagrou esta tarde na fábrica de tintas Barbot, em Vila Nova de Gaia, está em fase de rescaldo mas esta poderá “demorar várias horas”, disseram à Lusa várias fontes ligadas à proteção civil.
“Os meios já estão a desmobilizar mas as operações de rescaldo podem demorar várias horas”, referiu fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro do Porto (CDOS).
Também fonte dos Bombeiros Sapadores de Gaia confirmou que “apesar de estar dominado e totalmente controlado”, até que seja dado como “completamente extinto devido à perigosidade das matérias em causa, ter-se-á de esperar algumas horas”.
O alerta para este incêndio industrial foi dado às 16:20 e às 18:05 o mesmo foi dado como “dominado”.
No local, por volta das 18:30, em declarações aos jornalistas, o comandante dos Bombeiros Sapadores de Gaia, Salvador Almeida, disse que não existe risco de explosão e que espera, em breve, permitir o regresso a casa aos habitantes da zona envolvente à fábrica.
O responsável não apontou feridos, tendo apenas enumerado a necessidade de transportar três pessoas, incluindo dois bombeiros, ao hospital devido à inalação de fumo.
Quanto ao estado da fábrica, Salvador Almeida apontou que a parte fabril ficou “destruída”, admitindo que deverá ser esse o local “onde mais pessoas trabalham”, mas frisou que “uma parte substancial da fábrica não foi afetada”.
A fábrica de tintas Barbot, em Vila Nova de Gaia, emprega, de acordo com dados recolhidos junto de várias fontes no local, entre 15 a 20 pessoas.
Além dos Bombeiros Sapadores de Gaia e dos Voluntários de Coimbrões foram mobilizados, para o combate ao incêndio, os voluntários de Valadares, Aguda, Carvalhos e Avintes.
Fonte: DN
