Figueira da Foz: Tempestade Leslie Deixa Marcas e Exigem-se Demissões

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Lídio Lopes, antigo vereador responsável pelo Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) da Figueira da Foz pediu “demissão imediata” do comandante operacional municipal (COM) daquele Concelho, Nuno Osório (que acumula a função com a de Comandante dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz).

Em causa está um alegado abandono das suas funções em pleno temporal que atingiu a região.

Lídio Lopes, que assume há cerca de 20 anos o cargo de presidente dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz (BVFF), afirma que “ele (Nuno Osório) abandonou a coordenação das operações de socorro numa altura que a população estava a precisar de ajuda”. Aquele responsavel mais longe e garante que Nuno Osório “não comunicou a sua ausência, nem, a quem o iria substituir no comando operacional dos bombeiros”.

E diz mais: “há culpa por não ter acionado os mecanismos, sob a sua competência e à sua disposição, de prevenção e intervenção em situações de crise e de planeamento, acautelando a intervenção coordenada de todas as entidades que integram o sistema de Proteção Civil”.

Nuno Osório, admitiu que se retirou para “descansar”, cerca das 05h00 uma vez que pelas 08h00 voltaria ao trabalho num dia que se perspectivava muito exigente e era necessário  “estar minimamente em condições para dar resposta”, garantiu aquele comandante, e afiança que fez a passagem do COS ao segundo comandante dos Municipais da Figueira da Foz (Jorge Piedade) na parte operacional e gestão de ocorrências, enquanto que, no que concerne à coordenação da Proteção Civil municipal a passagem de testemunho deu-se aos técnicos superiores do SMPC da Figueira da Foz.

 

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